quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Benefícios e atividades de Ginástica Laboral






Vivemos em uma época de profundas transformações tecnológicas, políticas e sociais. O estresse, a má alimentação e o sedentarismo afetam as pessoas, independentemente de sua idade, sexo ou nível socioeconômico, tendo como consequência a maior incidência de doenças coronarianas, endócrinas ou relacionadas ao trabalho.

Os benefícios da ginástica laboral são inúmeros, tanto para os empregados quanto para os empregadores.

No âmbito fisiológico, ela promove mais disposição e bem estar, previne doenças funcionais como as LER (Lesões por Esforços Repetitivos) e os DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho), melhora a postura corporal, a flexibilidade, a resistência e a coordenação e diminui inflamações, traumas, tensões musculares e os esforços nas execuções de tarefas cotidianas.

O fator psicológico dos funcionários também agradece, já que ela promove a mudança da rotina no serviço, desenvolve a consciência corporal, combate as tensões emocionais, melhora a concentração no trabalho e aumenta a auto-estima de cada um. Além do mais, mostra a preocupação da empresa com os seus empregados, o que a torna mais humana.

Socialmente, os funcionários têm mais contato pessoal e social e trabalham melhor em equipe, pois a ginástica laboral faz com que eles percam a timidez.

Por outro lado, as empresas ganham bastante com a aplicação dos exercícios laborais porque seus empregados ficam mais satisfeitos pela preocupação por elas dispendida, produzindo mais e melhor e têm menos afastamentos médicos, o que traz prejuízos a qualquer empregador.

A ginástica laboral pode ser realizada antes, durante e depois do início do trabalho, sendo que cada uma tem um objetivo específico.

A preparatória aquece os músculos que serão utilizados durante todo o dia de serviço, despertando os empregados para que sintam mais disposição. A compensatória pode ser feita no meio do dia para interromper a monotonia da rotina diária com exercícios que compensam as tarefas repetitivas e as posturas inadequadas. Por fim, é preciso fazer a ginástica de relaxamento para que os músculos descansem, ficando menos tensos e estressados.

Após essa rotina de trabalho, você certamente se sentirá muito melhor quando chegar em casa. Além do mais, ficará mais disposta e feliz, pois qualquer atividade física gera serotonina, hormônio responsável pela sensação de leveza e bem-estar.

Para você ter uma ideia de como trabalha com a Ginástica Laboral, vou te apresentar um guia prático MUITO eficiente, que contém 15 exercícios para serem aplicados no cotidiano. Além desses 15 exercícios, tem uma apostila bem legal falando sobre vários aspectos dessa atividade.

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  • quarta-feira, 23 de novembro de 2016

    Digitadores precisam de Ginástica Laboral






    O rápido crescimento do campo tecnológico no final do século XX trouxe consigo um maior conforto para a sociedade, porém o seu uso inadequado ou excessivo desta tecnologia propiciou um aumento considerado no aparecimento de novos casos de doenças, pois, a tecnologia deixou atividade corporal do ser humano restrita levando-o a um padrão de vida sedentário. Tal evento está sendo considerado o MAL DO AVANÇO TECNOLÓGICO.

    O termo LER (lesão por esforço repetitivo) é a denominação mais conhecida pela população geral, porém não tão adequado por deixar subtendido que a doença ocupacional possui uma única causa que é o uso excessivo de determinada articulação, por este motivo em 1997 o termo DORT entrou vigor oficialmente pela norma do INSS onde deixa bem esclarecida que as doenças ocupacionais estão diretamente ligadas ao trabalho. Hoje se sabe que as articulações mais afetadas nos usuários de informática são: mãos, punhos, cotovelos e ombros. Problemas de coluna, fadiga e dores na vista podem surgir ao longo dos meses e anos decorrentes da má postura, postura estática prolongada, esforço visual e outros.

    A tenossinovite é a mais conhecida das doenças que atingem os digitadores e surge pelo atrito excessivo do tendão que liga o músculo ao osso, este tendão está recoberto por uma bainha sinovial que faz com que a contração do músculo fique mais suave, quando ocorre à inflamação dessa bainha teremos a tenossinovite. A tenossinovite pode ser:

    Tenossinovite dos flexores dos dedos: inflamação da bainha que recobre os tendões responsáveis pela flexão dos dedos da mão, que estão presentes na palma da mão

    Tenossinovite estenosante (dedo em gatilho): Envolve os tendões flexores dos dedos da mão. Se ocorrer formação de nódulos sobre o tendão ou ocorrer um inchaço na bainha que recobre o tendão ele se tornará mais largo ficando comprimido nos túneis por onde ele passa. Estes túneis localizam-se dentro dos dedos;

    Tenossinovite de Quervain: inflamação da bainha que recobre o abdutor longo e extensor curto do polegar.

    Os sintomas gerais da tenossinovite em seu estado inicial vão de queixas espaçadas de desconforto na mão mais utilizada, porém, podem ser relatados um peso no braço e dor localizada.

    Com a evolução da doença as dores tornam-se mais freqüentes e mais fortes com perda de força muscular. Em uma fase mais adiantada o músculo pode ficar atrofiado impedindo que os trabalhadores segurem até mesmo objetos leves, como uma caneta para escrever.

    Síndrome do túnel do carpo: É outra forma bastante comum de LER que acometem os digitadores, é provocado pela compressão do nervo mediano que vem do braço e passa pelo punho em uma região denominada túnel do carpo. É desencadeada pelo uso excessivo do punho e dos dedos que resultará na inflamação e inchaço das estruturas que passam por esse túnel comprimindo desta forma o nervo mediano. Essa compressão resultará em um nervo mais fraco que provocará sensação de formigamento e amortecimento principalmente dos dedos polegar, indicador e médio;

    Epicondilite lateral (cotovelo de tenista): É a inflamação localizada no epicôndilo lateral do úmero desencadeada pelo uso excessivo da articulação do punho, pois é nessa área que se localiza a origem da musculatura extensora do punho, dedos e supinadora

    Dores na coluna: São causadas principalmente pelo uso de móveis inadequados, posturas viciosas no trabalho, em casa e/ou lazer, má postura e tensões musculares. Existem inúmeras patologias que apresentam como principal sintoma as dores nas costas entre elas destacamos:

    Cervicalgia;

    Cervicobraquialgia;

    Dorsalgia;

    Lombalgia;

    Lombociatalgia.

    Os indivíduos que tem dor na coluna têm menor rendimento profissional, limitam seus movimentos, reduzem a produtividade e tem dificuldade em realizar determinadas funções diárias. Uma vez instalada a doença desencadeada ou agravada pelo trabalho não haverá formas de cura e sim um tratamento conservador que inclui alguns antiinflamatórios, gelo e repouso da articulação envolvida. Este repouso dependerá da patologia e do estágio que ela se encontra.

    Existem casos de que trabalhadores se aposentam jovens por não conseguirem realizar suas atividades laborativas devido às fortes dores causadas pela doença em seu estágio mais avançado.

    A forma de prevenção ainda constitui o melhor remédio para estas doenças. Dentre as atitudes que visam à prevenção incluiremos os aspectos ambientais estudados pela Ergonomia e a atuação do fisioterapeuta com a aplicação da Ginástica Laboral

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